My True Reason
domingo, outubro 04, 2015
Bom, desculpa, eu iria postar na semana passada, mas como já tinha dito, o meu novo blog FC acabou usando todo o meu tempo, mas agora vou voltar, mas não com a mesma frequência. Acho que iriei postar só quando conseguir tempo para escrever aqui e a inspiração, já que eu uso o máximo do tempo no meu outro blog, o qual acho mais importante para mim mesma, acho que por sentimentos que tenho lá, mas isso não quer dizer que vou parar de postar aqui, até porque eu gosto de falar coisas aleatórias. Bom, de vez em quando vou colocar os títulos em inglês sim, mas só quando achar que assim vai parecer mais poético com o texto. Bom, eu escrevi esse texto ontem a noite no caderno, e agora vou postar aqui.
Eu já falei o quanto eu gosto de escrever, mas nunca disse o que se passa exatamente em minha mente quando estou o fazendo.
Começa com as ideias, claro. Bom, como a maioria das pessoas que gostam de escrever, gostam de ler. Claro que não sou diferente. Não posso mentir dizendo que li várias obras de inúmeros escritores, até por falta de recursos para eu fazer isso (o meu sonho é ter uma pequena biblioteca em minha casa, mas só quando eu tiver dinheiro o suficiente né), mas já li o suficiente para eu definir que o meu estilo preferido é o romance. Não romance amor, o romance história ok? Mesmo achando que é difícil errar com romances, acho que alguns pecam nesse quesito. Bom, já li alguns escritores, e dos que li, sou muito fã do Nicholas Spark (A J. K. Rowling nem conta, porque eu sou Potterhead, mas as outras obras dela ainda não li infelizmente, mas quando tiver oportunidade vou comprar a obra Morte Súbita). Mas o que mais me surpreende do Nicholas, não são as finais (para quem não sabe, a maioria das histórias dele, se não for todas, tem um final onde o casal não ficam juntos, maioria das vezes por morte), mas sim a sua descrição pelos sentimentos envolvidos, a riqueza de detalhes que é o suficiente para o leitor imaginar, e principalmente, e o mais surpreendente para mim, é o fim dos personagens que estão vivos, que ele sempre mostra que os personagens estão a mercê do futuro incerto, uma coisa que não é qualquer escritor que faz. A escrita desse homem me fascina tanto que eu choro, mas não nas partes da morte do personagem, mas sim em trechos que ele descreve os sentimentos que desenvolveram durante a história.
Bom, o que eu quero dizer é que eu concordo com o nosso eterno Fernando Sabino, que disse em uma cronica que todos querem ser escritores famosos, mas são poucos os que realmente podem ser escritores. É claro que eu me considero essas pessoas que querem viver da escrita, eu realmente queria escrever, mas eu não me denomino escritora por eu conseguir desenvolver certos textos, e acho que isso iria demorar no mínimo dez anos. Eu sou daquela que descobri sem querer o amor pela escrita, mas é um mundo tão complexo, tão rico em detalhes, que por enquanto prefiro continuar apenas com os meus blogs, que para mim já é o suficiente para alimentar esse amor pela escrita.
Agora vem os meus sentimentos. Bom, as ideias eu tenho pela experiencia cotidiana da vida, como ir para a escola, ver amigos, lavar louças, passar roupas, cozinhar, cotidianos simples, ou até mesmo alguns fatos engraçados e claro, as minhas leituras também, livros, internet, revista, jornal, enfim, situações descritas para mim de alguma forma. Quando as ideias surgem, palavras vem surgindo, junto com várias frases sem sentido nenhum entre elas, e mentalmente, começo a organizar essas ideias, até conseguir juntar em um texto coerente. Depois vem a parte que eu mais gosto, colocar essas ideias em uma tela de computador ou no meu bom e velho companheiro que é o caderno e a caneta, e começo a passar as ideias em uma folha branca, acrescentando detalhes onde preciso, tirando onde não precisa, e de alguma forma, para mim é libertador nesse momento, é como se cada palavra fosse um peso na minha mente, onde coloquei gentilmente, mas preciso passar isso em um papel para livrar a minha mente de qualquer peso. Durante esse processo sorrio vagamente e paro em alguns momentos para pensar, e logo completo a ideia, ou simplesmente paro para contemplar as letras que estão sendo formadas diante de mim. Depois que eu termino, releio, revendo se há erros, e sempre há claro, mas é onde arrumo, e de novo recomeço a ler para ver se precisa de mudanças, e faço isso até ver que o meu texto me fez sorrir de satisfação. Paro, encosto e vejo o cenário em volta sorrindo, pelos simples fato de ter terminado o texto. No momento que estou escrevendo o texto, são 5h da manhã, e não, eu não dormi até agora. Já ouço pássaros cantando, os sinais de vida aparecendo na madrugada que era fria e silenciosa, o sol também começa a despertar lá fora lindamente, mas eu fico tão bem que não vejo razão nenhuma em reclamar. Eu sempre fico feliz pelas palavras que formam em minha mente, e a maneira em que eu consigo desenvolve-las na folha branca, e espero profundamente que esse sentimento nunca acabe, por pelo menos enquanto viver aqui na terra.
Esse texto foi mais um desabafo meu, nada de mais, mas eu queria escrever isso, e estou realmente feliz em conseguir escrever isso. Eu estou satisfeita comigo mesma, e acho isso importante na hora em que eu escrevo. Mas enfim esse foi mais um post de hoje, e espero que consiga escrever alguma coisa logo.
Como disse vou acabar não postando sempre, mas vou continuar com o blog, porque sinto necessidade de desenvolver outros textos. Beijos gente, me sigam no Twitter, que por enquanto é a única rede social que uso, e é a que mais uso na verdade, sigam @leehhikari . Tchau povinho!
Eu já falei o quanto eu gosto de escrever, mas nunca disse o que se passa exatamente em minha mente quando estou o fazendo.
Começa com as ideias, claro. Bom, como a maioria das pessoas que gostam de escrever, gostam de ler. Claro que não sou diferente. Não posso mentir dizendo que li várias obras de inúmeros escritores, até por falta de recursos para eu fazer isso (o meu sonho é ter uma pequena biblioteca em minha casa, mas só quando eu tiver dinheiro o suficiente né), mas já li o suficiente para eu definir que o meu estilo preferido é o romance. Não romance amor, o romance história ok? Mesmo achando que é difícil errar com romances, acho que alguns pecam nesse quesito. Bom, já li alguns escritores, e dos que li, sou muito fã do Nicholas Spark (A J. K. Rowling nem conta, porque eu sou Potterhead, mas as outras obras dela ainda não li infelizmente, mas quando tiver oportunidade vou comprar a obra Morte Súbita). Mas o que mais me surpreende do Nicholas, não são as finais (para quem não sabe, a maioria das histórias dele, se não for todas, tem um final onde o casal não ficam juntos, maioria das vezes por morte), mas sim a sua descrição pelos sentimentos envolvidos, a riqueza de detalhes que é o suficiente para o leitor imaginar, e principalmente, e o mais surpreendente para mim, é o fim dos personagens que estão vivos, que ele sempre mostra que os personagens estão a mercê do futuro incerto, uma coisa que não é qualquer escritor que faz. A escrita desse homem me fascina tanto que eu choro, mas não nas partes da morte do personagem, mas sim em trechos que ele descreve os sentimentos que desenvolveram durante a história.
Bom, o que eu quero dizer é que eu concordo com o nosso eterno Fernando Sabino, que disse em uma cronica que todos querem ser escritores famosos, mas são poucos os que realmente podem ser escritores. É claro que eu me considero essas pessoas que querem viver da escrita, eu realmente queria escrever, mas eu não me denomino escritora por eu conseguir desenvolver certos textos, e acho que isso iria demorar no mínimo dez anos. Eu sou daquela que descobri sem querer o amor pela escrita, mas é um mundo tão complexo, tão rico em detalhes, que por enquanto prefiro continuar apenas com os meus blogs, que para mim já é o suficiente para alimentar esse amor pela escrita.
Agora vem os meus sentimentos. Bom, as ideias eu tenho pela experiencia cotidiana da vida, como ir para a escola, ver amigos, lavar louças, passar roupas, cozinhar, cotidianos simples, ou até mesmo alguns fatos engraçados e claro, as minhas leituras também, livros, internet, revista, jornal, enfim, situações descritas para mim de alguma forma. Quando as ideias surgem, palavras vem surgindo, junto com várias frases sem sentido nenhum entre elas, e mentalmente, começo a organizar essas ideias, até conseguir juntar em um texto coerente. Depois vem a parte que eu mais gosto, colocar essas ideias em uma tela de computador ou no meu bom e velho companheiro que é o caderno e a caneta, e começo a passar as ideias em uma folha branca, acrescentando detalhes onde preciso, tirando onde não precisa, e de alguma forma, para mim é libertador nesse momento, é como se cada palavra fosse um peso na minha mente, onde coloquei gentilmente, mas preciso passar isso em um papel para livrar a minha mente de qualquer peso. Durante esse processo sorrio vagamente e paro em alguns momentos para pensar, e logo completo a ideia, ou simplesmente paro para contemplar as letras que estão sendo formadas diante de mim. Depois que eu termino, releio, revendo se há erros, e sempre há claro, mas é onde arrumo, e de novo recomeço a ler para ver se precisa de mudanças, e faço isso até ver que o meu texto me fez sorrir de satisfação. Paro, encosto e vejo o cenário em volta sorrindo, pelos simples fato de ter terminado o texto. No momento que estou escrevendo o texto, são 5h da manhã, e não, eu não dormi até agora. Já ouço pássaros cantando, os sinais de vida aparecendo na madrugada que era fria e silenciosa, o sol também começa a despertar lá fora lindamente, mas eu fico tão bem que não vejo razão nenhuma em reclamar. Eu sempre fico feliz pelas palavras que formam em minha mente, e a maneira em que eu consigo desenvolve-las na folha branca, e espero profundamente que esse sentimento nunca acabe, por pelo menos enquanto viver aqui na terra.
Esse texto foi mais um desabafo meu, nada de mais, mas eu queria escrever isso, e estou realmente feliz em conseguir escrever isso. Eu estou satisfeita comigo mesma, e acho isso importante na hora em que eu escrevo. Mas enfim esse foi mais um post de hoje, e espero que consiga escrever alguma coisa logo.
Como disse vou acabar não postando sempre, mas vou continuar com o blog, porque sinto necessidade de desenvolver outros textos. Beijos gente, me sigam no Twitter, que por enquanto é a única rede social que uso, e é a que mais uso na verdade, sigam @leehhikari . Tchau povinho!
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