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Cantinho de Leeh Hikari

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    Minions mode on: Bellooooo!!!

    E esses últimos tempos venho tendo surtos de ideias com as minhas histórias. Até aquelas que estava deixando de lado há meses consegui escrever.

    Só que são nesses momentos que eu também preciso desabafar.

    Como viram, eu costumo escrever aqui quando não tenho ideias, reclamando de um bloqueio – o que é normal vindo de mim. Mas em momentos que tenho explosões dei ideias também preciso escrever. Não porquê tive uma ideia brilhante, mas acho que é um jeito que tenho de descarregar um pouco a mente, porque as ideias são tantas que bagunçam minha cabeça, o meu raciocínio e até a ordem que tenho de minhas histórias, e é nessa época que ficam comuns eu confundir nome dos meus personagens, trocar personagem de uma história com outra, e até mesmo a personalidade delas.

    Mas o mais estranho de tudo é que não confundo as cenas que vem sendo montadas e minha mente para o novo capítulo.
    Assim, minhas ideias para capítulos das estórias, surgem de maneiras diferentes.

    Tem aquelas que eu imagino antes mesmo de começar história, a ideia inicial que dá vida a minha fanfic ou então uma estória qualquer, como a The Fugitive que eu ainda não posto, a que eu tinha dado um tempo há meses e mesmo assim consegui escrevi, mas foi um que imaginei a cena inicial dessa história, sem o porquê daquilo.

    A cena era seguinte: o protagonista (no caso Luke Hemmings, mas que na época eu não sabia que seria ele) está voltando do trabalho a pé, e de repente encontra uma moça bem assustada e correndo em sua direção.

    Foi só, mas daí pensei em encaixar essa cena em alguma fanfic que escrevia na época, mas nenhuma delas se encaixava, então pensei nessa cena de uma maneira diferente, com personagens novos e histórias diferentes, e foi aí que pensei em escrever uma garota fugitiva de algo misterioso, e então comecei a trabalhar nesse mistério todo e voilá, a essência do The Fugitive estava criada.

    É dessa maneira que crio a maioria das novas histórias, raramente uma cena aleatória vem parar em uma fanfic certa, a não ser de uma outra maneira que vou dizer mais para frente.

    A outra maneira são as cenas que penso exclusivamente para as história, o mais difícil de acontecer comigo nesse caso. Eu paro com tudo que estou fazendo, me concentrando na história que quero escrever, às vezes relendo os últimos capítulos da fanfic, e então vou bolando um roteiro para o novo capítulo até achar uma em que se encaixe no roteiro geral da história que montei antes da fanfic começar ser escrita. Então, se acontecer esse encaixe, fazendo a história continuar para o meu objetivo, pouco a pouco as cenas vão sendo montadas.

    Fanfic que costumo fazer isso é Angels Amoung Us, que já está na etapa final. Eu ainda não tenho certeza, mas tenho certa dificuldade em escrever essa história por conta desse tipo de planejamento que tenho.

    Isso é a mais difícil de acontecer, e a que menos gosto, porque tenho a sensação de que estou sendo ‘obrigada’ a fazer isso. Não exatamente isso, mas sinto que devo escrever, e isso durante a escrita, me dá uma sensação de que a história não está tão boa, me obrigando a parar de escrever e continuar no outro dia que me sentir mais disposta a terminar, e nesse processo, sempre levo cerca de dois dias para terminar, em um intervalo de uma a duas semanas, mas no final, acho que poderia ser pior. Não é uma exata obrigação, mas sei que dessa forma minha mente não trabalha, e por isso estou tentando finalizar ela o mais rápido que posso, isso quer dizer que posso demorar vários meses, como também posso demorar menos de um mês. Com essa fanfic é uma incógnita.

    Sei lá se alguém entendeu, mas é bem estranho mesmo.

    Agora sim vou explicar aquela que disse antes, que raramente uma cena aleatória como aquela vem parar nas minhas histórias em aberto.

    Bom, não é exatamente assim, vamos com calma.

    Antes de explicar, vou avisando que essa forma é a que mais encontro facilidade em escrever, uma forma que sei que a história está fluindo, cada um à sua maneira. Para mim são fáceis de escrever quando isso acontece, e em melhores dias consigo finalizar cerca de três capítulos no dia. Essa é bem comum, gosto de como tudo funciona, mas mesmo assim exige um pouco do meu psicológico.

    Tem muitas cenas que penso aleatoriamente, dependendo muito de como estou no dia. Sim, são cenas aleatórias, mas que na minha mente já tem um destino certo. Como? Vou explicar.

    Bom, para começar, eu tenho dias que acordo querer escrever tal fanfic, porque estou no espírito de tal personagem.

    Todas as minhas protagonistas femininas tem um pouco de mim. Algumas bem pouco, outras bem mais. Vou dar os exemplos mais tarde.

    Eu não preciso me concentrar muito, mas durante o meu café, o tempo que estou com a mente vaga, sem estar concentrada em nada, durante o meu almoço, ou então até mesmo em horas que estou caçando moscas no ar, vem cenas de filmes, novelas, livros e séries que de alguma forma se encaixa em alguma história. Não importa se seja uma cena romântica, cena de amigos, animais, brigas e qualquer outra coisa. Mas também podem ser cenas aleatórias que para mim não tem fonte nenhuma, apenas a minha imaginação e só.

    Não é uma coisa que planejo, eu só penso em tal cena, e automaticamente, eu ignoro os atores que ocupam a cena e logo penso em meus personagens que poderiam muito bem estar fazendo a mesma coisa.

    Confuso para explicar, mas na minha mente acontece em menos de um minuto.

    Dessa tal cena, consigo pensar no depois, junto já imaginando o roteiro do capítulo, e depois já psicologicamente pronta para escrever (e com tempo, sem ninguém para querer me atrapalhar, o que é difícil), penso em como vou chegar a tal cena que imaginei, mas é uma solução rápida que termino de escrever em menos de uma hora – isso se o capítulo não for muito longo.

    Bom, como disse, é a forma mais comum de acontecer, e consequentemente é a que acontece em várias fanfics, como o Wherever You Are, The Fugitive, uma história com personagens originais Suddenly, aconteceu em Swee Revente (que já terminei). Mas de todas, tem uma fanfic que praticamente depende disso, dessa fluidez toda que é Mrs. All American.

    Essa última exige muito desse frescor, leveza, naturalidade e fluidez, por ser uma história college, adolescentes, e principalmente por conta do gênio e temperamento forte da protagonista. Ela (Elizabeth é o nome da personagem) tem o meu lado mais impaciente, respondona, peralta, rebelde, moleca e maluca. Elizabeth, para falar a verdade tem muitas coisas de mim, mas ao contrário. Esse jeito Elizabeth é o meu lado mais escondido, e o meu jeito de ser, o que os mais superficiais conhecem, é o lado mais oculto da Elizabeth, mas é claro, muitas coisas nela, acabam virando quase um defeito, como acontece comigo, e acho que por conta disso (ou não) tenho mais facilidade em escrever as aventuras da minha Liz.

    Sou apaixonada por essa personagem, mesmo sendo desbocada.

    Bom, vou falar da criação de Mermaid, a única fanfic que tenho esse tipo de criação primeiro por ser o mais pesado, e depois vamos falar de Photographer, a melhor forma de criação que tenho e que ainda não está sendo postado, e que pretendo escrever mais da metade dela antes de ter que começar a postar, porque dá trabalho.

    Bom, a Mermaid, como disse antes, é uma criação exclusiva, que gosto, e muito, porque apesar de tudo, ela flui com uma naturalidade assustadora, tanto quando o Mrs. All American (MAA), mesmo elas sendo completamente diferente. O que o MAA tem de alegre, engraçado, sempre para cima, mesmo o clima pesando um pouco de vez em quando, Mermaid tem de pesado, obscuro, talvez até mais que Sweet Revenge, que contei sobre assassinato dos pais e vingança.

    Bom, para começar, eu queria abordar uma fanfic, onde fala muito do abuso (verbal e sexual), preconceito (racial, opção sexual) e entre outras coisas. Só que isso é um tópico sensível para mim, e até quis colocar um pouco de minha história na protagonista, mas assim que pensei na minha personagem, acabei suavizando algumas coisas, principalmente por conta do pós-adoção que acontece.

    É uma história bem complexa, complicada e que aborda temas sensíveis para várias pessoas.

    Bom, eu queria abordar para esclarecer vários tópicos, como o psicológico da pessoa que sofreu preconceito ou então abuso sexual.

    Eu, como uma leitora de fanfic, já li muitas histórias que envolvem estupro, e mostram as personagens afetadas superficialmente, isso que quero dizer é na pele, literalmente. E até hoje encontrei apenas UMA fanfic que aborda não o preconceito em si, mas posições de pessoas negras e homossexuais, e que não fantasiam. Está certo, tem muitos lados lindos com pessoas negras e do grupo LGBT, mas já pararam para pensar nas crueldades que essas pessoas também podem sofrer? Então, é disso que estou querendo abordar naquela história.

    Essa fantasia inteira sobre essas histórias, acho, me desculpem por ser tão direta assim, mas acho RIDÍCULO e horrível, porque o trauma que fica para essas pessoas é muito mais que pele, palavras ouvidas, ferimentos, o contato em si, mas a psicologia, um pavor inexplicável e até um certo ressentimento com certas atitudes, que vendo de fora, não é nada “demais”. Vemos relatos de mulheres que desenvolvem crises de pânicos depois de tudo.

    Eu, no terceiro capítulo dessa fanfic, cheguei a abordar a tentativa de estupro, e é aqui que começa o desenvolvimento da minha história. É aqui que começo a moldar de verdade a minha personagem, o protagonista principal e até mesmo o roteiro.

    Como expliquei, a história é complicada e a personagem tem o lado mais delicado de mim, mas 10x mais sensível. Eu aprendi a ser forte e superar tudo com certa facilidade – mas é sempre uma coisa mais externa, porque a interna vai e volta, às vezes bem para caramba, mas em alguns raros dias, prefiro ficar longe de tudo e de todos, com medo que aquela história se repita tudo novamente – e a Lassie não têm essa facilidade de superação, então já fica um pouco difícil de escrever isso. Na verdade Lass é a mulher que a minha psicologia amedrontada é. E para ajudar, abordo temas delicados.

    Vocês não tem ideia de como é difícil escrever isso, eu tenho que estar psicologicamente pronta pra tratar de temas que acabam trazendo o meu passado à tona, trazendo aquele pavor que tenho para poder penetrar a mente da personagem que já sofreu de tudo na vida, e que ainda tem uma filha adotiva que ama. Tudo isso sem eu terminar de escrever o capítulo chorando com medo do mundo, ou sem querer dar um fim de tudo isso. Pois é, eu tenho que estar mais forte do que o normal.

    Eu não posso escrever em dias que estou triste, ressentida, feliz, alegre, nervosa. Nada disso. Eu tenho que estar focada e forte, e acredite, é difícil.

    Eu já escrevi o roteiro do capítulo 4 de Mermaid há muito tempo, e já deve fazer mais de duas semanas que escrevi o capítulo três, mas até agora não consegui avançar para o próximo capítulo, porque nos dias que pensei estar pronta, estava com raiva por existir pessoas como esses que machucou a minha personagem na vida real, mas Lassie não sente raiva. Sério, ela não pode sentir raiva ou rancor por ser extremamente doce. Eu não posso xingar tal pessoa porque eu quero, porque Lassie não briga nem com a mãe dela, quem expulsou de casa, a chamando de todos os nomes possíveis quando o errado é o companheiro dela, e não a filha, quem diria de alguém que tentou estuprar ela? É diferente? É, mas eu sei o porquê ela teria mais motivos para brigar com a mãe do que o cara, mas mesmo assim ela não briga, quando minha vontade é de brigar com todos eles. Eu não consigo quando estou assim.

    Complexo né?

    Eu acho.

    Mas quando começo a escrever o capítulo, ela flui com naturalidade, como já expliquei que costuma acontecer, pelo menos isso é fácil, mesmo sendo difícil.

    Agora que acabou the dark side, vamos cortar do melhor jeito.

    MÚSICA!

    E fanfic, claro.

    Bom, Photographer é uma fanfic que baseei em uma fotógrafa de shows que é amiga de uma banda não conhecida que curto bastante, aliás, eu sugiro escutarem essa banda, chamada Monday’s Mona Lisa. Fazendo o jabá aqui, me deixem.

    Até aí, tudo bem.

    Eu estava focada que criaria uma história de uma fotógrafa de shows.

    E em um belo dia, estava ouvindo Nirvana, e bem, Losers aparece, e contou a história inteira que queria contar da minha fotógrafa na música, o motivo que quis que fosse um one shot (para quem não é ligada nesse mundo fanfic, é uma pequena estória que não dura mais que um único capítulo. Como o próprio nome sugere, é uma história de apenas “um tiro”), mas o amor que ela tem pela profissão, a maneira que ela enxerga a vida não caberiam em apenas uma história.

    E foi aí que acho que criei a mais importante história.

    Como estava ouvindo Nirvana, a música que me inspirou a escrever o primeiro capítulo foi Turnaround, e uma das tramas mais importantes, foi baseada na música Been A Son, e acredito que foi daí que surgiu a ideia de Photographer ser uma songfic (uma fanfic musical).

    Puta, estou escrevendo para caramba.

    Só para explicar, a maioria dos meus one shots são inspiradas em músicas. Maioria mesmo, acho que 80% foi assim.

    Eu incluiria uma coisa que amo a outra coisa que não vivo sem: música e escrita.

    Onde que está o complicado?

    Os capítulos.

    Bom, o primeiro capítulo foi a coisa mais fácil do mundo, já que já tinha uma música em mente para me basear, e durante o processo de criação, aconteceu várias ideias que coloquei e tirei, porque estava dando tudo errado, até que finalmente achei um formato que estou usando agora para colocar essa sonfic em andamento.

    Eu penso nos capítulos para essa história com uma facilidade enorme, e essa, eu juro, é a mais fácil de todas, mais fácil que Mrs. All American e Mermaid, e sei o motivo, mas tem um porém. É sempre esse porém que não me deixa escrever um capítulo atrás do outro. Achar a música ideal, uma música que se encaixe no capítulo, e que consiga moldar ele, sem sair muito do roteiro principal e nem dos personagens, e é sempre a música que tem que moldar o meu capítulo, porque se não é difícil achar uma boa continuação, e isso é bem difícil. Quero dizer, não é difícil, mas também não é tão fácil.

    Veja bem, sempre procuro músicas que me agradam, e por esse mesmo motivo, foi aumentando cada vez mais capítulos por ouvir a música de algum cantor que adoro falar de um tema que acontece com a protagonista, e tudo isso é magnífico! Mas também tudo depende de como a história vai ser moldada pela música, e dependendo do rumo, tudo poderia mudar para a minha história, como também continuar o percurso que imaginei, isso significa, sem um percurso correto, mas a música jamais vai poder mudar o meu roteiro principal, e ainda ter a cara de TODOS os meus personagens envolvidos, e tudo só vai dificultando.

    O pior de tudo é que tinha registrado tudo no meu celular as músicas e como seria o capítulo, mas foi para concerto e daí… restauraram o meu celular. Quero ver como vou refazer tudo isso praticamente sem internet.

    Louco, complicado, mas tudo isso só faz eu amar tudo o que estou escrevendo.

    E é agora que eu explico melhor dos personagens e eu.

    Como expliquei e MAA, Elizabeth tem muito de mim, mas Lassie tem pouco.

    Na verdade todos tem, eu apenas ressalto partes que quero, que fazem a história acontecer, ignoro as que não fazem sentido (como colocar meu lado mais equilibrado em uma pessoa que não consegue ficar longe de confusão, oi Elizabeth!) e complemento com personalidades que vai depender da história.

    Wherever You Are, a protagonista tem o meu lado sensível e romântico, sem mais e sem menos, mas o humor dela é menor que o meu, e tende a ser insegura, o que causa esse humor mais controlado que o meu – não que eu não seja, mas eu também sei manter minha autoestima mais alto do que o dela – e mais reservada. Eu também sei ser mais reservada, mas em doses bem menores que ela.

    The Fugitive, a Zoe tem lado mais fútil meu. Zoe não é fútil, mas tudo aquilo que eu costumava ser no colégio, Zoe também era. Ela também tem humor mais sutil que o meu (talvez eu que não tenha limites), mas o lado autossuficiente dela, não gostar de incomodar os outros é totalmente meu. O exibicionismo também é meu.

    Viu como eu também sei os meus defeitos?

    Mermaid também já disse, mas também tem o lado responsável, mas é mais porque Lassie tinha que ser assim. Humor também mais suave que o meu, mas acredito que de resto ela seja bem diferente. Não, o amor por crianças também é igual.

    Elizabeth de MAA tem o meu lado mais difícil de lidar além das que eu disse anteriormente. Arredia quando não quer tratar de certos assuntos, teimosia, egoísta quando quer, só que diferente de mim, isso tudo são as características principais dela. Mas o humor dela é o mesmo que o meu, mas ela tende a ser assim até com pessoas com pouca intimidade, e nesse ponto sou mais tímida, como a protagonista de Wherever You Are, competitividade é o que move muito essa garota, e bem, em certas doses, eu acho que seja uma boa qualidade, pelo menos é o que eu penso de mim, mas sim, em certos momentos isso pode atrapalhar.

    Angels Amoung Us, temos a Luciana, e ela tem uma personalidade parecida com Zoe, só que em uma versão adulta, séria e menos exibida. Mas Lucy tem um tendência a se colocar como vítima, sempre querendo mostrar que ela sofreu mais, mas não por mal, e felizmente ODEIO essa característica, e eu não tenho. Mas meu irmão e meus avós maternos sim, e isso me irrita para caralho. Eu e minha mãe soltamos esse lado quando estamos com raiva, e estamos brigando, claro.

    Suddenly tem a Rose, minha paixãozinha de protagonista, que é uma versão minha com a idade dela, como a minha mãe diz, madura para minha idade, mas que para mim e Rose, não somos nem a metade do que realmente precisamos ser, e dependendo da escolha que tomamos ficamos um pouco culpadas, mas não por ser errado, mas… eu também não sei, mas é porque me sinto um pouco egoísta, e quando faço coisas egoístas me sinto um tanto cretina e culpada. Coisa minha, não liguem. Ela também é sempre o brilho da casa, e esconde sempre o sofrimento para si mesma, tendo explosões de crises de culpa e choro quando está sozinha. Eu faço muito isso, e por isso amo ela.

    Photographer é a Juliana/July. A fanfic é tão importante, porque a personagem é.

    Bom, quando estava pensando nessa personagem, o amor que ela tem por fotografia é o mesmo que quero ter por minha profissão ainda desconhecida, isso se escrever não der futuro para mim. Ela carrega uma filosofia que quero ter, e todas as suas ideologias são as minhas, e foi aí que disse: ‘Por que não?’.

    Sim, baseei July TOTALMENTE em mim. Tudo. Defeitos, pensamentos, ideologias, características, jeito, medo. Tudo mesmo.

    Por isso tenho essa facilidade IMENSA em escrever Photographer.

    July é só um pouco mais ousada, e pensa menos antes de fazer, e confesso que é o que mais queria. Ela é aquilo tudo que eu queria ser, isso quer dizer tudo o que sou, mas um pouco mais ousada.

    Tanto July quanto eu temos facilidade em rir, o maior riso frouxo, mas também não rio tanto com coisas óbvias que nós mesmas dizemos, e que fazem os outros rirem, mas ri das risadas dos outros. Sério, eu sou bem dessas. Gostamos de sorrir e de olhar nos olhos enquanto falamos com outras pessoas, mas são atitudes naturais que eu não preciso escrever, porque isso é tão comum que não percebo que sou assim, mas sempre os outros reparam, e é nisso que aposto quando escrevo.

    Nossos pensamentos são exatamente iguais quando se trata de assuntos do coração, e isso não quer dizer um ataque cardíaco, mas sim de amor.

    Tudo o que ela diz ou pensa é tudo o que eu diria e pensaria.

    Tudo o que ela faz nas histórias é o que eu faria no lugar dela. É exatamente tudo, mas ela faz um pouco mais, o tal lado ousado que queria ter.

    Por isso Photo é o mais importante, porque estou me doando completamente na Juliana. Até o que ela não concorda, eu não concordo, e para terminar com as semelhanças, temos um irmão mais novo chamado Leonardo, e apesar dos pesares, amamos eles. Lindo!

    Mas a semelhança parou por ai, porque a história dela é bem diferente da minha, e talvez ela seja mais ousada por conta dessa vida que ela teve. Talvez eu seria igualzinha a ela se passasse por tudo o que ela passou. Eu não sei. Mas ela seja assim também por conta do pai, que quis que fossem parecidos. Continuo não sabendo.

    Mas no final eu gosto de tudo o que faço, para no final, quando já encerrei, dizer: “Ficou uma merda, mas tudo bem, estou melhorando”.

    p.s.: eu escrevi isso em um caderno, e no dia seguinte que passei no notebook, e já senti aquela diferença de precisar dar uma descarregada de ideias. Já estou bem mais leve, e conseguindo escrever todas as histórias sem dar um bug na minha cabeça, e isso já é muito bom, e só para constar, eu ainda não consegui escrever o Mermaid.

    p.s.²: Dois dias depois estou voltando para revisar o texto, arrumar as frases sem nexo, corrigir palavras, e acho que hoje estou pronta para escrever Mermaid.

    p.s.³: quase dez dias depois, estou postando, e já escrevi o capítulo que já tinha  em mente (o capítulo 4), já escrevi o 5 e agora estou planejando o 6. Enorme avanço. Ah, e essa coisa de internet ainda não está normal para mim, então fico mais tempo para escrever, mas isso não quer dizer que consiga, porque sinto tanta falta de postar que fico triste...
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    Leeh Hikari Blogueira e Aspirante a Escritora

    Aspirante a escritora, metida a sabe-tudo, mas ainda curiosa por natureza. Sempre aberta a novas visões sobre tudo e também sobre o nada Leia Mais

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