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Cantinho de Leeh Hikari

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    "Um hipócrita é uma pessoa que - mas quem não é?"
    Concordo com isso, mas eu escrevi esse texto antes mesmo de ver isso (eu nem sabia que tinha isso)

    Eu estava vendo o noticiário esses últimos tempos, e do nada fiz uma reflexão com todas as ideias que rolavam em minha mente, e as opiniões de várias outras pessoas, e aí me perguntei “desde quando o mundo ficou tão mesquinho?”, “desde quando as pessoas ficaram tão hipócritas?” e também “desde quando eu também sou assim?”.
    Para muita gente, isso não faz sentido, ou então não se importa. Mas como nos últimos anos estou muito naquele dilema do ser, que eu fico reflexiva de mais e penso esse tipo de coisa. Pode ser até fútil para algumas pessoas, e até eu chego a pensar isso, mas talvez seja isso que me ajude com o meu ‘ser’. Sei lá se isso chega a fazer sentido, nem tento raciocinar para ver se chega a isso, porque se não vou começar a me odiar mais do que o faço.
    Quando dizem que é mais fácil quando se é criança, não brincavam não. Mas acho que a criança até da minha época né, porque de uns tempos para cá venho me perguntando o que aconteceu com aquelas crianças inocente, ou se eu é que estou começando a ficar velha de mais para tentar entender, mas eu ainda estou na flor da idade, nem cheguei aos vinte ainda (tá bom, faltam só alguns meses, mas ignoremos isso).
    Ainda estou tentando descobrir esse negócio da essência de ser, e venho tentando isso há muitos anos, mas é muito difícil, mas só de perceber que eu estou pensando, me alivia um pouco, mas mesmo assim ainda não consigo gostar bem do que estou me tornando.
    E sabe qual a parte mais engraçada disso? É que eu, sempre fui daquela que defendia o diferente, e gostava de ser diferente, mas hoje vejo que sou igualzinha a todas as pessoas mesquinhas e/ou hipócritas, e por pensar assim, sou mais igual do que imaginava ser, só não sei se isso é ironia ou hipocrisia. No começo acho que é ironia de todos, mas depois de um tempo, isso se torna uma hipocrisia... Hipocrisia, acho que é uma palavra que vou começar a usar muito se continuar assim, e aí vão pensar que eu não sou assim, sendo que é totalmente contrário.
    Falando assim até parece que sou a pessoa que mais pensa, que nunca vai com o senso comum, e isso também é uma imagem errada. Seria hipocrisia de mais se eu negasse, mas não. Eu acabo indo sim com o senso comum, só que algumas vezes não percebo, e bem, quando percebo, logo trato de repensar a situação para só então dar uma opinião minha. Ridículo, eu sei, mas eu percebi que sou assim... Viu como não é bom o que eu estou me tornando? Seria mais fácil se eu ficasse quieta desde o começo não é? Pois é, e é exatamente isso que estou tentando fazer agora. Ficar quieta, para não dizer que me encaixo em tal grupo, ou então que não sirvo para aquele outro grupo. Isso já é um passo não é? Tomara que seja, se não tudo isso está sendo em vão, e acredite, quando eu me esforço para nada, fico tão frustrada que chego a ficar um tempo sem querer fazer nada, se não dormir.
    Falando em dormir, isso é uma coisa que eu estou fazendo muito mal esses últimos dois anos, e talvez seja isso que esteja me dando esses pensamentos confusos até para mim mesma, ou então a falta de sono estão acabando com os meus neurônios ainda vivos (se é que ainda tenho um) ou então fazendo funcionar melhor… nunca saberei.
    Como diz uma música do Nirvana (agora não me recordo bem qual): tenho nojo de mim mesmo.
    É, não é só Kurt que pensava assim, eu também penso, e acredite, isso é horrível, acho que vou voltar a ser aquela hipócrita que não pensava, pelo menos não divagava tanto assim por coisas que até hoje não sei se são realmente fúteis. Prefiro pensar que não, só para não me sentir pior (I Hate Myself and Want To Die, conhecem essa? Não que a frase que disse seja dessa música, mas é que nesses últimos tempos estou me sentindo dessa maneira).
    E sabe qual a importância desse texto todo que escrevi? Isso mesmo, nada. Eu só estou escrevendo porque estou com esse tipo de pensamento desde ontem (ontem assim né, um dia antes de escreves esse texto, e isso faz dois dias atrás), e como estou muito mexida com o caso do estupro coletivo (e tenho os meus motivos que não são nada bons) fiquei com uma puta raiva de certas coisas que disseram, e aí fiquei com raiva de mim mesma e tive que desabafar, e aqui no blog foi uma boa maneira, pelo menos eu acho né. Bom, se eu me arrepender de ter postado, é só excluir, mas eu não gosto de fazer isso, porque daqui dez anos (quem sabe né) quando reler isso aqui vou poder ver se eu ainda continuo besta como hoje. Rezem para que não.
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    Bom, já não deve ser segredo para ninguém que sou Directioner (1D), e fiquei sim super mal quando, há um ano atrás, o Zayn disse que sairia da banda.

    Na verdade, não me espantei totalmente quando vi isso, já que nos últimos dois anos, percebi que já não era o mesmo menino na época do Up All Night, e isso estava me deixando mal também. Podem dizer que é coisa de fã, porque é mesmo, gosto de ver meus ídolos realizados, e isso inclui todos conseguirem mostrar os seus trabalhos, e todos os fãs da banda sabiam que Zayn não tinha muito espaço na banda para isso, e às vezes percebia que ele já não estava tão feliz dentro da banda. Sim, nós amamos seus high notes no You & I e outras músicas, mas eu queria ouvir suas próprias composições.

    Foi quando a bomba caiu, dizendo que Malik deixou a banda para viver uma “vida normal de um garoto de 22 anos”. Eu fiquei mais triste por realmente acreditar que ele desistira da carreira musical, mas as semanas foram se passando, e as dicas que isso não aconteceria, foram aparecendo, fui ficando mais animada.

    Hoje (na verdade hoje de madrugada, depois que o UFC acabou, aliás, alguém aí viu a performance da Cyborg? Na minha opinião foi a melhor luta da noite, nem a do Shogun X Anderson foi tão bom), escutando o álbum Mind of Mine do Zayn (o seu álbum de estreia na carreira solo), vejo o porque ele saiu da One Direction.

    Olha, pode ter Directioner que queria me bater, mas os últimos álbuns deles não corresponderam realmente as minhas expectativas. Não querendo dizer que as músicas são ruins, isso não, eu adoro todas elas, mas eu esperava algo maior, uma pegada mais adulta. E tudo o que faltou na banda, Zayn carrega e esbanja nas músicas dele.

    As músicas do álbum do Zayn tem a sensualidade, a cara do Malik, uma pegada bem mais forte, algo que eu consiga comparar com grandes nomes da música atual como Ne-Yo (olha, antes que entendam errado, não estou dizendo que o som deles são parecidos). Zayn cresceu musicalmente falando, composições maduras, letras diferentes, e não esperava menos dele, mas eu também não achei que seria essa explosão toda.

    Podem me bater crianças, apesar de eu continuar amando 1D, prefiro sim as composições do Zayn, e mesmo tendo ficado triste com essa pausa da banda (vou fazer uma promessa para que realmente seja pausa), quero que eles voltem tão maduros quanto o Zayn, claro que eu não estou dizendo para 1D imitar o estilo do ex-integrante (até porque os dois tem estilos bem diferentes e definidos), mas quero que as músicas deles atinham as pessoas que são fãs desde o começo da banda que hoje na maioria deles já são adultos, acredito que na faixa dos 18 à 24. Quero que as músicas da banda não só atinjam as meninas, mas também os garotos, os pais das fãs que digam “Caramba, que música boa!”.

    Desculpem a minha sinceridade nesse texto de hoje, dando a entender que fãs de 1D é tudo criança, porque querendo ou não é verdade, e algo me diz que eles não querem tanto atingir públicos mais velhos.

    Não estou dizendo que todos são assim, eu como fã da banda, conheço bem esse universo Directioner, mas essa foi a minha mais profunda e verdadeira opinião, musicalmente falando, porque a atitude deles em alguns casos, é um caso a parte, e isso sim causaria brigas de verdade.

    Zayn, eu sei que não vai ler isso, mas quero deixar registrado que amei esse seu trabalho inicial, e que me surpreendi muito com o material. Fico feliz em ver que finalmente está realizado musicalmente, e quero que seja para sempre assim, mostrando na música o que você quer, não apenas os fãs.


    Enquanto eu passava esse texto a limpo no computador (eu escrevi no caderno) digitei tanta coisa errada que parecia que o texto ia começar a sair em inglês.

    Kisses, e não se ofendam com a minha opinião, aqui eu só posto o meu real pensamento!
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    Bom, depois de muito tempo, voltei aqui e antes de falar sobre o assunto, como viram, eu tenho um comunicado.
    Como perceberam, eu mudei o nome do blog, para Diário de Leeh Hikari, porque reparei que o que planejava escrever aqui, não está sendo postado, bom a ideia inicial ainda é a mesma, falar sobre situações do dia-a-dia, mas já não consigo ver da mesma maneira do que na época que criei o blog, e percebi que fui mudando o estilo de postagem, e como vi que que essas mudanças estavam sendo naturais, nada mais justo que mudar o nome do blog para algo que eu acredite que vai servir em qualquer situação, sem deixar de seu eu mesma.
    E como o início de um novo blog, postar sobre algo que gosto muito foi a melhor maneira de começar.
    Bom, não sei se vou mudar este site (o layout) mas talvez o faça, e assim fique mais a minha cara ainda.
    Agora, o meu texto de hoje.

    Estava lendo um livro, ruim por sinal, mas estou sem dinheiro para um livro novo, e esse que estou lendo agora, é antigo que nunca tinha lido, e hoje vejo que fiz bem, porque é ruim mesmo. Ele é bem escrito, faz sentido e ainda tem o mistério, mas isso não foi o suficiente. Estou quase desistindo, mas como disse, não tenho mais nada para ler, então vou continuar assim mesmo. Mas enfim, como dizia, estava lendo um livro, e ali a personagem se viu escrevendo um diário, e sem nunca ter feito isso ou entender um porque (depois ela descobriu, mas isso não vem ao caso).
    O que quero dizer é que a escrita tem sua arte, seja para desenvolver um texto, e mais tardar um livro, e como no caso da personagem esclarecer a si mesma todos os pontos da vida dela, desabafar tudo que não pode para as pessoas.
    Escrever não é jogar palavras desconexas no papel (para quem está lendo isso, acredito que não pensem assim, porque já estão apreciando uma forma de escrita). É expressar algo reprimido no seu interior, e para os escritores acho que é muito mais. Para esses, é expressar a escrita, sentir cada personagem, se permitir ser um ator para falar e pensar como outra pessoa, dar vida às ideias mais absurdas para a vida pacata de um escritor, ou então usar uma de suas experiências para fantasiar. Enfim, no meu ponto de vista, escritores são sonhadores que não tem vergonha de ser interpretado dessa maneira (eu pelo menos não ligo).
    Falando em escritor se permitir ser um ator, acho que não existe um ator melhor do que o escritor. Porque temos que conhecer nosso personagem até os mais profundos desejos, aquela característica que nem o próprio ou as pessoas mais próximas conhecem. Jogar a luz sobre o personagem, mas sem revelar todos os lados de uma só vez. Saber o que o personagem desconhece, e ainda assim dar a voz (ou no caso a escrita) a ele. E isso pode acontecer em um mesmo romance para mais de dez personagens. O meu recorde é de uma fan fiction que estou escrevendo no Imagines Mix, que tenho que entrar no personagem de 12 pessoas, mas tive que dar vida no total de mais 12 personagens, entender um personagem que não existe, mas mesmo assim ter que criar tudo para participar em menos de 10 linhas. Isso quer dizer que essa fan fiction (Mrs. All American) já criei 24 personagens no total até agora.
    Entendeu a magia da escrita? E não é só isso que ela é utilizada, um meio muito comum é de informação. Duvido que alguém aqui nunca leu algo assim. Não é só jornal, revista não. E os livros didáticos? Isso, esses que se usam na escola (bom pelo menos acredito que ainda usam né).

    Apesar dessa tecnologia toda, todos leem e escrevem (nem que seja “erado”). Sério, já vi pessoas que escrevem fanfic ‘erado’, ‘agente’, ‘oque’. Eu até pensei que escreveu errado sem querer, mas em todos os capítulos aparecer esses erros não foi sem querer né? Enfim, mesmo que a pessoa diga que odeia ler, tá com o celular na mão recebendo mensagens pelos aplicativos, e por mais possam se comunicar por vozes, o principal é pela escrita, não é? Até mesmo os jornais e revistas virtuais, romances e textos como esses, estão sendo escritos e postados diariamente por milhões de pessoas, e outros milhões de pessoas como vocês estão lendo a obra de algum lugar.

    Good Night mah darlings!
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    Leeh Hikari Blogueira e Aspirante a Escritora

    Aspirante a escritora, metida a sabe-tudo, mas ainda curiosa por natureza. Sempre aberta a novas visões sobre tudo e também sobre o nada Leia Mais

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