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Cantinho de Leeh Hikari

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    Gente, para o mundo, antes de falar do tema do post, tenho que compartilhar meu pequeno fangirling com a música Perfect do One Direction e o clipe Hey Everybody! do 5 Seconds of Summer. Para alegrar os meus ânimos, foi tudo no mesmo dia, claro. Bom, posso dizer que morri, e aqui no céu tem internet, então vou continuar postando de vez em quando aqui!


    Bom, agora parando com esse fangirling, posso dizer sem vergonha nenhuma e com todas as letras que EU MORRO DE MEDO DE FILME DE TERROR. Para uns isso é idiota, para outros, isso é normal, e para medrosos, vocês se identificam comigo, mas posso dizer que já assisti alguns filmes de terror, e tem terror e terror né. Sim, apesar de ter muito medo, eu sei de uns filmes que são considerados terror, mas desculpem, não é terror nem aqui nem na China querido.
    Um belo exemplo disso é o "Premonição". Todos os filmes dessa franquia para mim não tem terror nenhum, e posso dizer que um dos filmes da franquia é meu preferido, só não sei qual. Não, aquilo não dá medo, no máximo nojo por causa do sangue (gente, eu tenho um certo probleminha com sangue, e isso começou quando fui internada porque eu tive convulsão). Mas fora isso, quem sente medo naquilo não é normal não. Já assisti outros filmes também, mas aí fui mais cagona e acabei mudando de canal, e nisso se inclui Chuck, Jogos Mortais, Poltergeist, e mais alguns que não sei o nome porque eu fiquei com medo o suficiente para nem querer saber o nome do filme.
    Vai, podem rir, eu deixo, não vou achar ruim não. Bom, uma série que quem não conhece e pensa que é de terror mas eu não considero nenhum pouco é o Supernatural (ou Sobrenatural para quem não sabe). Gente, para quem não assistiu porque pensou que é de terror, eu super recomendo. Não sou hunter, mas amo de mais aquela série. Se bem que tem um episódio só, só um que eu e minha mãe temos medo. É o do espantalho. Sabe né o espantalho que assassinava as pessoas que apareciam lá e que esse maldito boneco possuído tinha alguma característica das vítimas? Então, mas só foi naquele tá, não riam de minha pessoa.
    Bom, as vezes, os filmes que eu disse que tenho medo não dá medo, mas eu tenho um sério problema com sustos e isso já é o suficiente para o meu coraçãozinho que não aguenta nem um ataque fangirl, querer mudar o canal. Bom, como tenho certos problemas com filmes de terror, raramente me interesso e nem cheguei a ver se vale a pena, como o Sexta-feira 13, A Casa de Cera, Pânico, e mais alguns que eu também não sei o nome.
    Bom, por esse simples motivo, como disse não tenho nenhum interesse, mas por incrível que pareça, acabei me interessando por um. Não sei o que foi, mas chamou a minha atenção. Bom, quem fica ligado nessas coisas ou assiste muito televisão viu o trailer do "A Colina Escarlate". Não sei vocês, mas apesar de eu levar susto já no trailer fiquei muito empolgada com o filme. Mas não, não vou assistir nos cinemas. Motivos? Vários. Tempo, dinheiro, vida maluca, rotina, dinheiro (sei que repeti o dinheiro, foi proposital mesmo), acho que o cinema daqui da minha cidade ainda deve estar fechada então teria que ir para a cidade vizinha e aquele cinema não é nada legal e o mais importante. Cinema. Por ser considerada um terror (apesar do diretor ter dito que ele não considera um), eu acho que vou acabar gritando, e gritar no meio do cinema, ou segurar no braço de um desconhecido ou então quebrar o braço da cadeira onde eu estiver sentada de tanto que aperto de medo. Bom, vou assistir pela internet mesmo, ou não, vai depender da minha coragem hehe.
    Quem aí assistiu? O que acharam? Realmente dá medo? Conta se você é igual a mim ou não, só para eu poder imaginar o nível de terror que é esse filme. Gente, é sério fiquei muito empolgada com "A Colina Escarlate". Se eu assistir conto o que eu achei, e se eu não assistir, conto o por que. Mas por enquanto, vou ficar preparando meu psicológico para poder assistir o filme depois.

    Bom, vou ficando por aqui enquanto tenho pesadelos com o trailer do A Colina Escarlate. Aquela mão que aparece no braço da mulher fez meu coração disparar tá. Beijos povinho!
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    Bom, desculpa, eu iria postar na semana passada, mas como já tinha dito, o meu novo blog FC acabou usando todo o meu tempo, mas agora vou voltar, mas não com a mesma frequência. Acho que iriei postar só quando conseguir tempo para escrever aqui e a inspiração, já que eu uso o máximo do tempo no meu outro blog, o qual acho mais importante para mim mesma, acho que por sentimentos que tenho lá, mas isso não quer dizer que vou parar de postar aqui, até porque eu gosto de falar coisas aleatórias. Bom, de vez em quando vou colocar os títulos em inglês sim, mas só quando achar que assim vai parecer mais poético com o texto. Bom, eu escrevi esse texto ontem a noite no caderno, e agora vou postar aqui.

    Eu já falei o quanto eu gosto de escrever, mas nunca disse o que se passa exatamente em minha mente quando estou o fazendo.

    Começa com as ideias, claro. Bom, como a maioria das pessoas que gostam de escrever, gostam de ler. Claro que não sou diferente. Não posso mentir dizendo que  li várias obras de inúmeros escritores, até por falta de recursos para eu fazer isso (o meu sonho é ter uma pequena biblioteca em minha casa, mas só quando eu tiver dinheiro o suficiente né), mas já li o suficiente para eu definir que o meu estilo preferido é o romance. Não romance amor, o romance história ok? Mesmo achando que é difícil errar com romances, acho que alguns pecam nesse quesito. Bom, já li alguns escritores, e dos que li, sou muito fã do Nicholas Spark (A J. K. Rowling nem conta, porque eu sou Potterhead, mas as outras obras dela ainda não li infelizmente, mas quando tiver oportunidade vou comprar a obra Morte Súbita). Mas o que mais me surpreende do Nicholas, não são as finais (para quem não sabe, a maioria das histórias dele, se não for todas, tem um final onde o casal não ficam juntos, maioria das vezes por morte), mas sim a sua descrição pelos sentimentos envolvidos, a riqueza de detalhes que é o suficiente para o leitor imaginar, e principalmente, e o mais surpreendente para mim, é o fim dos personagens que estão vivos, que ele sempre mostra que os personagens estão a mercê do futuro incerto, uma coisa que não é qualquer escritor que faz. A escrita desse homem me fascina tanto que eu choro, mas não nas partes da morte do personagem, mas sim em trechos que ele descreve os sentimentos que desenvolveram durante a história.
    Bom, o que eu quero dizer é que eu concordo com o nosso eterno Fernando Sabino, que disse em uma cronica que todos querem ser escritores famosos, mas são poucos os que realmente podem ser escritores. É claro que eu me considero essas pessoas que querem viver da escrita, eu realmente queria escrever, mas eu não me denomino escritora por eu conseguir desenvolver certos textos, e acho que isso iria demorar no mínimo dez anos. Eu sou daquela que descobri sem querer o amor pela escrita, mas é um mundo tão complexo, tão rico em detalhes, que por enquanto prefiro continuar apenas com os meus blogs, que para mim já é o suficiente para alimentar esse amor pela escrita.
    Agora vem os meus sentimentos. Bom, as ideias eu tenho pela experiencia cotidiana da vida, como ir para a escola, ver amigos, lavar louças, passar roupas, cozinhar, cotidianos simples, ou até mesmo alguns fatos engraçados e claro, as minhas leituras também, livros, internet, revista, jornal, enfim, situações descritas para mim de alguma forma. Quando as ideias surgem, palavras vem surgindo, junto com várias frases sem sentido nenhum entre elas, e mentalmente, começo a organizar essas ideias, até conseguir juntar em um texto coerente. Depois vem a parte que eu mais gosto, colocar essas ideias em uma tela de computador ou no meu bom e velho companheiro que é o caderno e a caneta, e começo a passar as ideias em uma folha branca, acrescentando detalhes onde preciso, tirando onde não precisa, e de alguma forma, para mim é libertador nesse momento, é como se cada palavra fosse um peso na minha mente, onde coloquei gentilmente, mas preciso passar isso em um papel para livrar a minha mente de qualquer peso. Durante esse processo sorrio vagamente e paro em alguns momentos para pensar, e logo completo a ideia, ou simplesmente paro para contemplar as letras que estão sendo formadas diante de mim. Depois que eu termino, releio, revendo se há erros, e sempre há claro, mas é onde arrumo, e de novo recomeço a ler para ver se precisa de mudanças, e faço isso até ver que o meu texto me fez sorrir de satisfação. Paro, encosto e vejo o cenário em volta sorrindo, pelos simples fato de ter terminado o texto. No momento que estou escrevendo o texto, são 5h da manhã, e não, eu não dormi até agora. Já ouço pássaros cantando, os sinais de vida aparecendo na madrugada que era fria e silenciosa, o sol também começa a despertar lá fora lindamente, mas eu fico tão bem que não vejo razão nenhuma em reclamar. Eu sempre fico feliz pelas palavras que formam em minha mente, e a maneira em que eu consigo desenvolve-las na folha branca, e espero profundamente que esse sentimento nunca acabe, por pelo menos enquanto viver aqui na terra.

    Esse texto foi mais um desabafo meu, nada de mais, mas eu queria escrever isso, e estou realmente feliz em conseguir escrever isso. Eu estou satisfeita comigo mesma, e acho isso importante na hora em que eu escrevo. Mas enfim esse foi mais um post de hoje, e espero que consiga escrever alguma coisa logo.
    Como disse vou acabar não postando sempre, mas vou continuar com o blog, porque sinto necessidade de desenvolver outros textos. Beijos gente, me sigam no Twitter, que por enquanto é a única rede social que uso, e é a que mais uso na verdade, sigam @leehhikari . Tchau povinho!
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    Leeh Hikari Blogueira e Aspirante a Escritora

    Aspirante a escritora, metida a sabe-tudo, mas ainda curiosa por natureza. Sempre aberta a novas visões sobre tudo e também sobre o nada Leia Mais

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