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Cantinho de Leeh Hikari

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    Olha só quem apareceu mais cedo do que qualquer um imaginava (para ser sincera até eu).
    Sem motivos para essa aparição rápida e repentina, mas tudo bem.

    Hoje iremos falar de NANBAKA!! (Fuck, eu imaginei muito a versão cantada do anime na voz dos quatro)

    Nanbaka é um anime baseado no mangá do mesmo nome.

    Sinopse: A história acompanha o dia a dia de 4 prisoneiros,que apesar de sua situação tentam se divertir sempre que podem. Mas as coisas mudam quando um deles descobre coisas sobre o seu passado que não lembrava.

     Confesso que não havia lido a sinopse, porque eu assisti ela na televisão e não sabia da existência do anime. Ainda bem, porque se fosse só pela sinopse eu não assistiria.

    Mas juro que o anime não é uma história dos quatro prisioneiros que tentam sempre se divertir. Não é apenas isso. Na minha mente a sinopse é assim: Em uma ilha remota, localização desconhecida no território japonês, se encontra uma prisão de segurança máxima. Uma prisão onde ninguém conseguiu escapar, e onde se encontra os piores prisioneiros do mundo todo. Mas quatro deles, trancafiados em uma mesma cela no bloco 13 tem total atenção do guarda Hajime, porque dentre eles está o criminoso que já escapou de centenas de prisões em centenas de países. Esse que tem um passado misterioso e esquecido pelo mesmo.

    Bom, é mais ou menos isso. Porque realmente, nos primeiros capítulos a atenção é toda focada no Jyuugo (15 em japonês) e nas escapadas que ele tenta dar na prisão junto com seus companheiros de cela: Nico (o prisioneiro 25), Rock (prisioneiro 69) e Uno (prisioneiro 11).

    Até aqui só tem a parte engraçada, não só com os quatro prisioneiros, mas a relação que os quatro tem com os guardas do bloco 13, que também são uma figura, principalmente Hajime, o chefe do bloco 13. Ele é quem controla os quatro prisioneiros, mas principalmente Jyuugo, que é o que mais dá trabalho.
    Claro, há também mais tramas, principalmente entre os guardas, e a diretora da prisão Nanba, que tem um precipício inteiro por Hajime. Mas isso não é o principal.
    ]Agora vem os spoilers (sorry).

    Os segredos de Jyuugo vem à tona na gincana de Ano-Novo que tem todo ano na prisão Nanba, onde ele reencontra um velho conhecido, despertando o pior lado de Jyuugo, um lado que ninguém sabia, que o próprio escondia, e talvez ninguém quisesse saber. E é aqui que todo o clima engraçado e leve da história acaba, e começa a parte realmente tensa e envolvente. Não que o começo não seja, mas os primeiros capítulos é só para introduzir todos os personagens necessários, mostrar o jeito de cada um deles, dar uma base para todos nós de como são principalmente os quatro prisioneiros, Hajime e os outros responsáveis dos outros blocos (não todos, apenas os mais relevantes).

    Mas acho que o anime não é bom só nisso. Eles não tem apenas personagens bem desenvolvidos e um plot que tem tudo para dar certo. Todo o enredo é bem desenvolvido. Eles passeiam entre a comédia suprema e um drama sem igual com tanta naturalidade que você não vê de fato capítulos massantes. 

    Okay, acho que tem um ou outro capítulo que você acha que não tem sentido, e realmente não tem, mas acho que por isso mesmo é que apesar de toda a tensão, o anime pode ser MUITO engraçado.
    Okay, voltando: o passado de Jyuugo, esquecido por ele por culpa de seu "mestre", vai em busca do que aconteceu, sempre dentro dos limites da prisão, e descobre um passado negro de um dos guardas, responsável pelo bloco 5, e junto com seus amigos e guardas (e alguns outros prisioneiros, que se eu falar é spoiler demais), tenta acabar com a sombra que sempre rodeou Gokuu Samon (ou Saru - Macaco em japonês -, como todos o chamam).

    E infelizmente o anime acaba aqui.

    Yeah, eu trouxe um anime que tem obviamente uma terceira temporada, mas não tem previsão de estreia.

    Primeiro vou dar minha opinião sobre o anime, e depois às explicações que achei na internet sobre a continuação de Nanbaka.

    Esse anime é realmente muito rico em tramas, e de uma maneira incrível, não confunde a gente, não parece nos entupir de informação para dizer "dei todas as informações que precisam, foda-se se vai lembrar de tudo ou não". Ele vai com calma em cada trama, apesar de não parar por muito tempo naquele mesmo tema, e ainda assim nada parece em vão.

    Tem os personagens. Cada personagem é uma parte da história (eu sei que é óbvio, mas esse anime simplesmente dá valor a todos eles), todos que recebem destaque nos primeiros episódios tem sua importância para o trama que vai se formando, e todos eles são muito especiais. Muito mesmo. Até aqueles que eu acho uns bananas acho especiais. Fazer o que.

    Claro, há o meu favorito: Nico 💖 Ele é meu bebezinho precioso que precisa muito ser protegido desse mundo cruel, afinal, ele também é um fruto de experimentos, e tem um coração tão melancólico que me pergunto qual o passado dele. De verdade, completo.

    Acredito que todos os personagens sofrem, cada um com seu passado, principalmente os prisioneiros, e de alguma maneira mostra o lado humano deles de uma forma cômica. Talvez por isso esse anime está em meu coraçãozinho.

    Okay, anime é maravilhoso. Mas as críticas não são muito favoráveis, e fui dar uma olhada no site de review de animes daqui do Japão mesmo, e reparei que as pessoas simplesmente perderam o interesse a partir do momento que a trama começou a ficar séria, já que desde o começo Nanbaka estava na categoria comédia, e confesso que se uma pessoa SÓ quer isso vai se decepcionar muito. Mesmo. 

    Porque de repente a trama fica MUITO pesada.
    Okay, confesso que o efeito purpurinado em todos os episódios chegam a me irritar algumas vezes, mas acho que dá para ignorar quando você está muito focado em outras coisas.

    Enfim, voltando ao que interessa: As avaliações gerais não são positivas, mas os fãs que o anime tem, esperam muito a terceira temporada e a continuação do mangá. Sim, o mangá também não foi continuado, e isso tem a ver com a autora da obra. Não cheguei a procurar os motivos dela de simplesmente não continuar, mas o anime não continuar aparentemente é por falta de material do mangá...
    Sim, então não temos previsão de continuação desse anime maravilhoso, e nem se vai ter mesmo a tal continuação... Triste estou.

    Fiquem com essa linda imagem de meu Nico mandando todo o amor para vocês, enquanto me despeço, e avisando que a próxima resenha vai ser de Bungou Stray Dogs, meus outros bebês.
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    E depois de tanto tempo prometido (eu fui dar uma olhada, e o post dito sobre o possível novo quadro, foi feito em 22 de dezembro de 2019! Yes, mais um pouco e já estaria comemorando um ano de aniversário), finalmente vou trazer a minha primeira resenha de animes!!

    Antes da resenha de fato, vou explicar um pouquinho sobre o quadro:
    • Como sendo uma resenha opinativa, haverá minhas opiniões. Baseada em minha única e exclusiva opinião;
    • Haverá spoilers, e quanto a isso não posso fazer muito, porque não posso fazer uma crítica sem devida referência, mas juro que me esforçarei ao máximo para não colocar os spoilers dos eventos principais ou coisa assim;
    • De novo, não haverá promessas de frequência de postagem. Não estou tendo muito tempo para muita coisa, e por isso, isso aqui é apenas mais um passatempo da qual não tem prioridade (mais um de muitos, e vocês não tem noção de quantos são);
    • Só para ter certeza que entenderam. Haverá SPOILERS, mas para você que ainda não viu o anime e não gosta de spoiler (como eu), estarei escrevendo os spoilers com um fundo diferente, para não acabarem lendo por um acaso do azar, e volto com o fundo original assim que começar a minha opinião, então para quem está acostumado com o visual clean do blog (eu acho que eu vou ficar levemente preocupada com o visual do blog com essas mudanças de fundo), por favor, peço paciência. Ou talvez eu esteja tentando dizer isso para mim mesma.
    Enfim, agora vamos a resenha de fato.

    Sinopse: Mamoru Endo é um garoto cheio de energia e que adora futebol. Neto de Daisuke Endo, um dos melhores goleiros do Japão, ele quer fazer com que a Escola Raimon tenha novamente o melhor time de futebol.
    Ainda que nem todos os jogadores de sua escola mostrem interesse em voltar a jogar bola, com sua garra e força de vontade, Mamoru lutará para conseguir reunir o time e conquistar os maiores campeonatos de futebol do mundo! 


     Okay, Endo é como um garoto qualquer, e a menção de ser neto de um dos melhores goleiros do Japão não pode ser deixado de lado. Mas não é sobre isso que vim comentar.

    Endo é um menino apaixonado por futebol, e que enfrenta várias dificuldades para manter seu amado clube de futebol na escola onde estuda. Até mesmo no Japão não faz sentido, já que futebol faz sucesso até aqui. Se não me engano, é o esporte mais praticado, mas não como no Brasil, mas se formos ver em porcentagem, futebol é a maioria. Enfim, voltando, e com isso, depois de um jogo-treino com o Instituto Imperial (depois de uns maus bocados para conseguir reunir onze jogadores), consegue devida atenção do maior time do Japão das escolas... juniores (não consegui tradução melhor para esse caso), graças a um aluno transferido, Shuya Goenji, o melhor atacante da idade dele, mas por seus motivos não jogava mais futebol.
    E assim começa a rivalidade entre a escola Raimon e o Instituto Imperial, e isso circula o primeiro arco inteiro. Ah, aliás, eu assisti todos os arcos do Super Onze, só não assisti os outros Super Onze (nem sei o nome para ser franca; ps: pesquisei aqui, é Super Onze Go).

    E aqui vai: Como todo e qualquer anime, ele precisa de uma onda de tramas (na verdade, das histórias como um todo). Para quem escreve ou entende bem desse universo, sabe do que estou falando. Uma história não é uma história sem uma trama. A trama tem ter um certo nível de onda. Tem os ápices, que são importantes para o desenvolvimento não apenas dos personagens, mas também da trama em si. Inazuma Eleven deixa isso bem claro. Os níveis das ondas. E isso não é só claro em cada arco como um todo, mas também em cada episódio, em cada partida (na maioria deles durando dois capítulos). Vamos ao exemplo clássico que acontece durante essas partidas: a partida (quando é com o adversário mais forte, óbvio) começa e na maioria das vezes o time adversário marca o primeiro gol. Endo sendo o garoto que é, não desiste, e em algumas vezes sofre mais alguns gols, e assim encerra o primeiro tempo. No segundo tempo parece apenas a repetição do primeiro, mas por algum milagre, eles melhoram suas técnicas, ou então há mudanças táticas que melhoram as técnicas e... enfim, no final tem mais a ver com técnicas especias do que qualquer outra coisa; e obviamente tem uma virada no jogo. Essa repetição acontece apenas nos momentos chaves do arco, formando assim os ápices da trama. Esses ápices, mostradas de forma tão clara se tornaram clichês nessa era da "e-book grátis", e confesso que apesar de adorar o anime, entendo que ele não funciona mais nessa atualidade.

    Está aí: se você procura um anime shounen com um clichê da porra, assista Inazuma, porque não vai se arrepender. É clichê, mas de um modo bom e engraçado.

    Desmascarando o VERDADEIRO VILÃO DA HISTÓRIA TODA trouxe um aliado importante do Instituto para o Colégio Raimon, Kido Yuuto, e juntos derrotam o diretor do Instituto Imperial, Eiji Kageyama, que misteriosamente está diretamente ligado com a morte do avô de Endo Mamoru.
    Depois da óbvia derrota do vilão, dá o início ao segundo arco, com o campeonato juvenil nacional, e naturalmente, o time mais forte sobrevive no fim, onde se torna o time adversário do Colégio Raimon, onde mais uma vez percebem que Kageyama está por trás do misterioso time com uma força sobrenatural. A vitória é garantida mais uma vez com a equipe Raimon, mas também houve seus vários obstáculos e testes dos limites de força e determinação.

    O final do arco vem junto com o final do campeonato, onde eles ganham, e também descobrem um recém-chegado a Terra. Esses que se denominam Tormenta Genesis, um time de alienígenas do Instituo Alien, e com eles é mostrado a equipe Raimon sobre os limites dos seres humanos.
    Com isso, Endo e seu time sai também a procura de aliados mais fortes, e juntos começam o treino para enfrentar o mais novo inimigo. O problema realmente começa quando eles descobrem que Tormenta Genesis (que deixou de ser imbatível) não era o time mais forte do Insituto. Nele há times de futebol muito mais fortes, e logo o inimigo da Raimon aumentou drasticamente.

    Depois de vários perrengues, eles descobrem a verdade sobre tudo, e mais uma vez, conseguem mais alguns aliados, alguns deles peças chaves para o próximo arco (lembrando que o Instituto Alian é dividido em vários arcos, conforme muda o time que Raimon enfrenta), o campeonato juvenil mundial.
    No mundial acontece mais ou menos no mesmo nível dos outros arcos. Os times mais fortes enfrentando e mostrando ao Endo os limites da força deles, e a equipe Raimon tendo de enfrentar e lidar com tudo isso.

    E nesse arco também que acontece o clímax do clímax. A verdade sobre o avô de Endo não estar verdadeiramente morto, as verdades sobre Kageyama etc etc e etc.
    Enfim, depois de todo esse clímax, só mostra que eles terminam conquistando o mundo.

    De novo. Transborda de tanto clichê. Mas tirando essa parte, acho que é um bom anime. Leve, engraçado para um caralho, e acho que mostra bem o espírito adolescente de todos os personagens. Acho que todos eles tem personalidades fortes e bem desenvolvidas, cada um a sua maneira, cada um com seu passado, cada um com suas verdades. E até mesmo os vilões tem suas  motivações, e não são vazias. Você até meio que consegue entender as motivações de cada um deles. Não é como se todos eles apenas dissessem "Ah, que dia lindo. Acordei com vontade de destruir o futebol". Talvez pareça até um pouco estúpido de como TUDO gira em torno do futebol, mas até tem suas devidas explicações para sempre terem algo a ver com o esporte, por mais estranho que pareça.

    Tá bom, confesso, às vezes foge do contexto. Você simplesmente não entende porque um certo vilão não enfia o pé na jaca de uma vez, caga para a autoridade e senta o pau na sociedade, mas é um anime voltado para garotos de 12 à 14 anos, então talvez eu possa perdoar por isso.

    Lembrando, eu terminei de assistir no começo desse ano, nos meus 23 anos, então sim, talvez a minha idade tenha influenciado nessa opinião, mas de novo, acho que funcionava na época em que foi lançado, e para o público alvo.

    Só tem uma coisa que me arrependo muito sobre o anime: TER ASSISTIDO A PORCARIA DO ANIME DUBLADO. Okay, compreensível. A gente quer assistir em português, até porque é bem mais fácil de entender, e não precisa ter o trabalho de ficar lendo legendas, mas como uma estudante de língua japonesa, consegui assistir ela original e a primeira coisa que me fez pensar quando assisti Inazuma original foi "PQP CAGARAM NA TRADUÇÃO". Antes fosse apenas traduções de expressões ou coisa assim, mas não, eles LITERALMENTE ERRARAM OS NOMES DOS PERSONAGENS. O nome de Endo na tradução é SATORU ENDO, mas no original é MAMORU ENDO, o que é um pecado das grandes, porque Mamoru em japonês significa "proteger", o que condiz com a posição de Endo no futebol, que É GOLEIRO. A tradução das técnicas especiais... esses são mais tristes ainda. Goddo Hando (God Hand) que é traduzido por Mão Fantasma... esse é de chorar, até porque é a técnica principal de Endo. Para quem entende inglês já entendeu o que eu quis dizer, mas para quem não sabe, God Hand significa "Mão de Deus". Sei lá porque trocaram tanto os nomes na versão dublada.

    Então para quem nunca assistiu o original, eu recomendo muito, porque na minha cabeça o anime faz muito mais sentido ela original com a tradução nas legendas do que o próprio anime dublado.

    E aqui encerro a primeira resenha, e na próxima vou trazer um anime maravilhoso, também shounen, e que estou esperando impacientemente a terceira temporada: Nanbaka (Nico é o meu amorzinho e ninguém mete a mão nele).
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    Image by Taken from Pixabay
    É, eu sei. Prometi até um quadro novo antes de desaparecer, mas só para dizer que eu não fiz nada, as pautas dos animês estão até prontas, mas ninguém disse que eu escrevi eles já.

    Vamos lá. Japão. Mudei de emprego, porque precisava para minha saúde mental, mudei de classe para uma mais "avançada", vamos dizer, é um nível mais alto do que eu estava estudando, uma que cabe mais para o conhecimento que eu já tinha, o que está me ajudando muito. Mas então teve a pandemia onde BAGUNÇOU TODOS OS MEUS PLANOS COM A FAMÍLIA, e então a minha mãe não acha emprego, e meu irmão só conseguiu na semana passada, isso porque eles estão desde um pouco antes do ano novo aqui no Japão. Isso está trazendo muitas dúvidas sobre o que eu QUERO fazer e o que eu DEVO fazer. Claro enquanto tento conciliar tudo com estudo e trabalho. Trabalho esse que ocupa um dia inteiro nos fins de semanas, e nos feriados e férias da escola, porque mais do que nunca preciso mais desse dinheiro.

    Com tudo isso, fui me afastando da escrita, e quando tenho tempo, estou jogando no celular, porque os games me ajudam a relaxar um pouco. Nem animê estou assistindo com tanta frequência mais, apesar de ter conseguido terminar várias delas - e isso me fez perceber agora que eu tenho que adicionar eles nas pautas também - e ter assistido algumas mais, mas não tanto quanto dei a impressão de que teria feito no post anterior.

    E então, no mês retrasado, vim sentindo de novo muita vontade de voltar a escrever Suddenly, tentar terminar ela, já que Rose era, e ainda é a minha personagem favorita no meio de tantas. Fiquei um mês inteiro pensando como poderia voltar, já que eu já estava totalmente desconectada com a história, e nem sabia mais o que tinha acontecido, e o que estava acontecendo em Suddenly. Um mês inteiro pensando. E então decidi que eu voltaria do começo. Reler os capítulos que eu já havia postado, e editar todos os capítulos, arrumando erros, adaptando os capítulos para o que mais cabe para  o meu estilo de escrita atual, e assim, automaticamente, me reconectando com todos os meus personagens e suas histórias.
    Eu terminei a etapa da leitura. Agora vou começar a editar os capítulos.
    O problema principal ainda é o tempo.

    Não faço ideia de como fazer tudo isso sem deixar de fazer nada. Só para ter noção, agora mesmo estou deixando de estudar o que devo para poder escrever esse post. Depois da escola eu volto a estudar. Coisa que já não faço faz muuuuuuuuuito tempo. Mas decidi que essa semana ia voltar a estudar, então não vou deixar de estudar. Mas ainda tem o jogo (CoD Mobile gente, eu amo muito CoD), que quero muito avançar, pegar itens de missões e tals. E outros jogos que venho jogando faz tempo. E animês, que quero ainda assistir muitos deles. Tem os mangás que eu também quero comprar, mas para isso eu preciso de dinheiro, e isso está contado, infelizmente. Fora meus outros hobbies... E eu ainda quero voltar a escrever?? Simplesmente não faço ideia de como.
    Lembrando, fins de semana eu trabalho o dia inteiro, e a noite teoricamente eu volto para estudar de novo... ARGH ALGUÉM BOM DE ORGANIZAÇÃO ME AJUDA NESSA PORRA TODA.

    Sim, estou pirando. Não sei o que fazer. Dilemas da vida, e agenda.
    Mas de alguma forma estou em paz. Estou feliz que vou voltar a escrever, talvez só um pouco. Se bem que escrever esse post agora me fez pensar: Por que não voltar a escrever, mas só nos fins de semana? Posso readaptar minha grade de estudo, diminuir um pouco e usar um pouco desse horário para escrever. Pelo menos um capítulo por dia. E se eu for bem, consigo fazer isso, e postar um capítulo por semana, depois que eu conseguir editar tudo...

    Será que vai dar certo? Bom, vou tentar.
    Foi bom conversar com você, ainda que tenha sido de forma unilateral.

    Ah, aproveitando, eu lembrei que fazia indicações de fanfic no meu blog de fanfic. E pensei, por que não trazer aqui? Quero dizer, seria esporádico, apesar de querer que fosse algum quadro fixo. Mas vou trazer não apenas fanfics aqui, mas também originais boas, livros e quem sabe futuramente, mangás, apesar de eu não fazer ideia de como achar as traduções aí no Brasil. Bom, sei que existem sites bons de traduções de mangás, mas certos sites não entram pelo IP daqui do Japão, e automaticamente, não vou poder dizer se tem ou não a tradução em certos sites. Mas enfim, vamos ver no que vai dar

    Bom, por enquanto vou ficando por aqui, e quem sabe da próxima vez, já venho com a resenha do anime, ou então a indicação de algum livro. Espero que sim.
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    Para quem me acompanha nas redes sociais, já devem saber que… I woke in Japan, feeling low feeling lonely. The best… desculpa, parei.

    Mas enfim. Eu vim por uma agência de viagem que tem na cidade onde eu morava aí no Brasil, e eles tinham um agente de viagem, que ia me dar as últimas recomendações sobre a longa viagem de 26 horas.

    Quando o agente chegou, fui eu lá fala com ele, e junto apareceu uma moça que deveria ter mais ou menos a mesma idade que a minha, ou mais nova. Ou mais velha, quem vai saber?? Enfim, apareceu essa moça que também viria para o Japão, para uma cidade bem mais longe que a minha (ela iria fazer mais uma viagem de avião de uma hora, depois das duas que fizemos do Brasil até Japão).

    MELHOR PESSOA EVER.

    Não estou dizendo que viramos melhores amigas, porque isso leva tempo e dedicação, mas ela é uma ótima companhia de viagem, e ela é corajosa pra cassete. Veio para cá por causa do namorado que é descendente, e ela ruiva, imagina. Mas enfim, deixou toda a família e amigos lá.


    No final, o que talvez eu esteja querendo dizer, é que, se prestarmos mais atenção na vida real, real mesmo, aquela que a gente vive fora do celular, talvez consigamos amizades verdadeiras, daqueles que apenas a internet não pode construir. Não estou dizendo que é impossível, e não estou vilanizando a internet, porque é graças a ela que consigo manter o contato com essa minha companheira de viagem e a minha melhor amiga, mas quem sabe vocês não estejam perdendo grandes oportunidades por estarem entretidos demais no celular, enquanto estão fazendo a monótona viagem de ônibus ou trem até seu trabalho ou escola?



    E aproveitando que finalmente postei esse texto, um aviso: Como eu estou de férias da escola, eu tenho um tempo a mais para poder assistir animes, e ainda que sejam antigos, vou começar a postar uma resenha de todos os animes que eu assisti até agora. Não sei quando vou começar, porque eu não tenho nenhum texto pronto ainda, tenho que montar as pautas de todos os que assisti (não contei quantos são, mas não são tantos assim, mas vou aumentar essa quantidade com o tempo), e YOI teria que assistir de novo para poder ser mais específica na resenha, porque já faz um tempinho que assisti.

    Mas enfim, dependendo do que for acontecendo, talvez vire algum quadro ou quinzenal, ou mensal. Para mim não compensa ser algo semanal, porque acabaria meu acervo de animes assistidos rapidinho, e de novo, estou assistindo bastante agora nas férias, mas assim que acabar minhas férias, volto a ter tempo limitado de novo, até porque eu só conseguiria assistir nos fins de semana (se bem que antes das aulas acabarem, eu trabalhava até nos fins de semana, e só assistia nos dias que não tinha trabalho e de vez em quando nos fins de semana na parte da manhã, mas vou mudar de emprego, porque esse tá acabando comigo, e automaticamente iria prejudicar minhas aulas mais para frente). Vamos vendo.
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    Já não é segredo que eu estou trabalhando no meu primeiro livro (e-book, para ser mais específica), e muito menos que venho pesquisando e estudando muitas formas e maneiras de escrita, dicas, tutoriais, para me sentir mais segura, não só agora durante a escrita, mas também depois de ser publicado, porque todo escritor precisa acreditar na sua obra.

    Então, seguindo conselhos, primeiro fui tentar identificar o gênero do meu livro e (alerta de spoiler) descobri que o meu é uma lad-lit (ou dude-lit, se preferirem). Sim! Uma mulher escrevendo lad-lit! Confesso que como qualquer mulher, tenho dificuldades de entender como um homem pensa, e eu sei que nem toda escritora (entendam o a) sabe escrever uma lad-lit, até porque os homens de repente parecem agir e pensar como uma mulher, o que sei que em alguns casos não se aplicam. E não é assim com o meu personagem. Nem com os amigos dele.  Eu não conseguia acreditar naquilo que estava lendo (lembrando que as obras que estou me baseando nessa primeira parte, é bem antes de saber que existe a categoria lad-lit).

    Eu queria entender e pensar como um homem. O meu personagem precisa disso. Ele e seus amigos, que serão de extrema importância para o decorrer do livro. Mas como disse, não tinha muita noção. Então segui a segunda dica: procurar livros da mesma categoria que a minha.

    Ótimo! Mais material para ler! Mais informações para o meu livro!

    Confesso que por enquanto só li dois dos livros lad-lit recomendados (se não me engano, tem mais de cinco), porque estou associando o curto tempo de leitura que tenho com o livro da Divina Comédia de Dante Alighieri (agora estou no livro 2, O Purgatório), que recomendo muito para quem nunca leu esse clássico da poesia (ainda que eu não seja muito fã de poesias). Sério, Dante é incrível, mas a leitura é cansativa e difícil.

    Mas voltando… O primeiro que li foi Alta fidelidade de Nick Hornby, um livro incrivelmente interessante (é bom, mas eu ainda não tenho certeza do quanto), e tinha exatamente o que eu buscava (o como os homens pensam e agem, ou alguns deles, pelo menos), mas eu tinha a incômoda sensação de que eu sabia que estava estudando o livro e os personagens para o meu próprio manuscrito. O livro não me absorvia e me levava para outra dimensão (claro que via a pequena loja do Rob, mas não é… não sei explicar), o que me atrapalhava um pouco, ao mesmo tempo em que ajudava.

    Assim que terminei, escolhi “O Projeto Rosie” do Graeme Simsion, que foi até bem vendida e sucesso de críticas. Desde o começo (assim que li a sinopse e uma parte da resenha), me encantei com o livro, mas por algum motivo, deixei para ler só depois de Alta Fidelidade.

    Tudo, eu quero dizer, tudo mesmo, me levou à Austrália, me fez enxergar outro mundo. Excentricidade do Don (excentricidade essa que fica “meio que explicado”, ou pelo menos deduzido de um jeito interessante) nos leva a um lugar leve, ainda que não haja expressões e sentimentos descritos, cheia de sentimentos, mesmo que Don não saiba, ou acho que não, cada personagem e amigo do livro sendo especial a sua maneira, mesmo Gene sendo um canalha, Stefan babaca, Rosie teimosa, e o próprio Don insensível. Ainda digo que os únicos que eram “perfeitos” eram a Claudia e os dois filhos dela com Gene. Claro, só víamos as coisas boas pela visão do próprio Don, mas ainda assim, é uma impressão forte que ficou em mim também.

    Sério, passaria um dia inteiro elogiando o livro e não me daria por satisfeita.

    Essa obra me fazia esquecer que eu tinha que analisar como deveria ter feito, confesso, mas é tão incrivelmente singelo, que recomendo muito para que todos leiam esse livro.

    ...

    E não, não gosto muito da ideia do Ryan Reynolds interpretando Don (se esse filme realmente sair, e ele fizer bem, não digo mais nada dele). E achei mais do que acertada a ideia da Rosie como Jennifer Lawrence, mas fiquei triste com a saída dela do elenco...
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    Escrito em: Novembro de 2018

    E você está aí de bobeira lendo uma fanfic…
    Wow, alguém aí já viu o animê YURI!!! On Ice??? Isso, escreve assim mesmo YURI-três pontos de exclamação-On-Ice. É muito bom para quem gosta não só de patinação no gelo, como também de shonen-ai. Teorias rondaram em volta desse animê na época (que foi em 2016), e mesmo assistindo só agora, eu conheci algumas delas. E eu sou uma pessoa que se diverte muito com teorias da conspiração. Sério, me apresente uma, e vou deitar e rolar de tanto rir… se bem que tem algumas que são bem plausíveis, mas não deixo de rir.
    He-hem (sentiram a Dolores Umbridge aí?), mas voltando ao assunto, eu estava lendo uma fanfic Victuri, que foi postada no mesmo ano do animê, e ela postava vários capítulos em um único dia, e quase todos os dias. E um dos capítulos que acabei de ler, dizia logo no começo que teve um bloqueio de um dia.
    FUCK!! A FUCKING DAY!! WHAT THE HELL!!
    Eu não sou muito de rir de bloqueios até porque vocês sabem que isso é um tópico sensível para mim. Mas dessa vez eu ri um pouco.
    Ela teve o bloqueio de manhã, e a noite já estava postando, e entrando em certo choque por ter tido esse bloqueio.
    Nesses cinco anos escrevendo muito, já tive vários bloqueios, e alguns mais tranquilos foram de no mínimo dias. Uns três ou quatro não chegou a dar semanas. Mas tive alguns bloqueios sérios, de levar dois, três meses. E o mais sério vocês sabem, foi dessa última vez, que fiquei quatro meses e meio sem nem saber como recomeçar. Mas eu consegui voltar graças ao YOI, já que assim que terminei de assistir o animê, eu já estava tendo ideias mirabolantes para uma fanfic, e poucos dias depois eu já estava escrevendo como nunca! Tá, não é naquele ritmo alucinante, porque eu estou escrevendo a metade daquilo que já estava acostumada, mas nada mal para uma volta depois de meses.
    Por isso, hoje digo que aquelas travadas de alguns dias, uma, duas, três semanas, não são realmente um block. Não, com certeza não é um bloqueio. Bloqueio de escritor, hoje, em minha opinião, é aquele da qual temos ideias para escrever, mas nada sai na hora de escrever. NADA. Tipo, nada mesmo. E costumam durar não só um dia ou dois, mas semanas e meses.
    Esse “bloqueio” que a tal escritora disse, vejo mais como um… meio da nossa mente cheia de ideias tomar um fôlego para conseguir criar mais coisas assim que voltarmos a escrever. Só um descanso, já que escritores estão sempre com a cabeça funcionando para escritas. Tudo tem que ser escrito.
    Se alguém que lê esse post é escritor, não entre em desespero caso esse “apagão” aconteça na nossa cabeça por um dia ou dois. Às vezes precisamos de uma folga mesmo, então aproveite para olhar em volta, ler livros que estava com vontade, estudar um pouco mais o enredo (até porque ler o enredo mais uma vez, costuma ajudar a desbloquear a gente), ler capítulos antigos se tiver, suas histórias já escritas anteriormente, estudar sobre aquilo que vai escrever na sua história um pouco mais (tipo o meu projeto de livro, como sou xintoísta, não entendo nada de catolicismo, mas tenho que escrever sobre um batizado católico, então assim que eu terminar de escrever o primeiro capítulo da minha fanfic, vou estudar sobre para aprender toda essa cerimônia que nada sei).
    Sério, você não pode parar quando o bloqueio acontece. Não se force a escrever algo, que sabe que não vai conseguir. Ler, seja sua própria história, ou livros abandonados e da lista de leitura, te ajuda a abrir mais a mente e quem sabe, dar um rumo completamente diferente naquele capítulo que não conseguiu finalizar pelo “recesso cerebral” ou o próprio bloqueio.
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    Tudo parece normal no seu sono. Como qualquer outro dia… Até que você acorda e percebe que ainda está na mesma cama, no mesmo lugar, em uma vida quase estática. Não importa se está ou não trabalhando, estudando, tendo um hobby da qual ama… Você ainda está no mesmo lugar.
    Não vê razão para se levantar. Na verdade, a única que o faz sair de cama são as suas necessidades fisiológicas, porque se não for isso, leva em consideração faltar o trabalho, a escola/faculdade/curso, e quem sabe ficar na cama o dia inteiro olhando o mesmo teto que sempre vê.
    Você não entende muito bem o que está fazendo de sua vida. Tentou aproveitar todas as chances que apareceram, mas nenhuma pareceu lhe dar a mesma chance. E então a sua vida parou. E você mais uma vez tenta para oportunidades que não existem, mas nada acontece. E de novo, de novo, de novo…
    Até que se cansa e desiste mais uma vez.
    E a sua vida vira um ciclo sem fim disso. Onde apenas tenta e desiste.
    E desde o momento que percebe esse ciclo, acordar sem querer levantar vira rotina.
    E então se pergunta o que está acontecendo com a sua vida. Se isso é ser ou existir. Se isso é o que os adultos chamam de viver, simplesmente quer desistir da vida. Pelo menos por enquanto. Um skip para a parte em que você de fato está vivendo.
    Ou então voltar a ser criança, ou adolescente, onde o maior drama são as suas paixõezinhas, ou ser descoberto pelos pais por alguma travessura que aprontou. Quando viver era fácil.
    Assim que se levanta da cama, depois que o seu corpo não exige mais nada, se pergunta o que deve fazer. Não sobre a rotina especificamente. Apenas você e sua suposta vida existencial.
    E então percebe que você está tendo sua crise existencial.
    Ser ou não ser, eis a questão… E que questão.
    E passaria o dia inteiro vegetando, por assim dizer, se a vida pudesse depender apenas disso.
    Passa o dia inteiro fazendo o que tem que fazer, sem tentar nada, apenas pensando se tudo poderia ser pior. Na realidade não pensa, porque tem medo de pensar e isso acontecer de verdade, porque uma coisa que a gente aprende desde criança, é que tudo pode piorar.
    Quando o final do dia chega, você deita na cama se perguntando pela milésima vez no dia o que você deveria fazer na sua vida, se deveria fazer algo, até que o sono vem, seu raciocínio fica mais lento, e pensar não parece muito importante enquanto suas pálpebras ficam pesadas.
    E então com a cabeça deitada no travesseiro, tendo os últimos resquícios dos pensamentos, pensa que talvez, amanhã seja um dia melhor.
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    Leeh Hikari Blogueira e Aspirante a Escritora

    Aspirante a escritora, metida a sabe-tudo, mas ainda curiosa por natureza. Sempre aberta a novas visões sobre tudo e também sobre o nada Leia Mais

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